Um segundo conjunto de primeiras vezes

Aprender a falar, tentar fazer amigos, começar o primeiro dia de escola, tirar a carteira de motorista, abrir uma conta bancária e até mesmo pagar impostos! Todas essas são “primeiras vezes” que eu experimentei no meu país de origem. Completar esses objetivos significava ganhar experiência e confiança para crescer e me tornar uma pessoa mais madura (pelo menos eu espero!).

… E então eu vim para o Japão! Todos os elogios que ganhei antes não significaram muita coisa no novo contexto em que minha família e eu nos encontramos. De muitas maneiras, nós não estávamos começando do zero, mas em um déficit. O zero teria sido uma página em branco, mas trouxemos expectativas do que a vida no Japão como missionários poderia ser. Algumas delas foram atendidas, mas muitas foram completamente diferentes do que tentamos nos preparar.

Quando chegamos pela primeira vez ao Japão, sofremos para saber como sacar dinheiro do nosso banco, como ajudar nossos filhos com lição de casa em japonês, como memorizar nossos novos números de telefone e endereço, ou até mesmo como pedir a um atendente para embalar nossas compras.

Até mesmo o nosso lugar seguro, a igreja, foi, no começo, uma transição mais difícil do que esperávamos. Cunprimentamos com aperto de mãos? Podemos usar nossos telefones para traduzir? Devemos usar ternos e vestidos? Parecia que nossas identidades e tudo em que éramos confiantes e nos sentíamos bem simplesmente não cruzaram o oceano conosco.

Mas ao refletirmos sobre nosso primeiro ano aqui no Japão, percebemos: sim, foi um começo difícil, mas Deus realmente nos fortaleceu. Não saber como comunicar bem nos desafiou, e aprender a ouvir bem nos humilhou.

Quando Jesus chamou Seus primeiros discípulos e disse a eles para largarem as redes e O seguirem, eles estavam abandonando mais do que uma ferramenta de trabalho. Eles estavam abandonando suas identidades inteiras. Nos desafios de seguir Cristo pelo mundo para compartilhar as Boas Novas com as pessoas do Japão, encontramos um novo tipo de alegria – uma que não podemos explicar nem mesmo em nossa língua materna!

Então, por que você não vem para o Japão em missão e experimenta isso em primeira mão?

Por Jimmy, um Missionário da OMF

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